quinta-feira, 26 de setembro de 2013
Ainda te amo
terça-feira, 24 de setembro de 2013
Sinto a tua falta
segunda-feira, 23 de setembro de 2013
Erros
Inconscientemente nós erramos, e às vezes, cometemos erros que magoam muito alguém e nem nos apercebemos. Nós éramos assim, dissemos coisas um ao outro que ainda hoje magoam. Porém, teres ido embora assim? Imaginas sequer o estado em que eu fiquei? Foi horrível adormecer a pensar que era uma briga, acordar e perceber que te tinha perdido. Ainda me lembro que chorei quando não vi nenhuma mensagem tua. Nem era opção seguir em frente. Lutei, deixei o orgulho de parte, corri atrás e voltei a tentar mas nada mudava. Sabia que já não ia mais receber mensagens de bom dia ou boa noite da tua parte. Já não ia ouvir "amo-te" vindo de ti. Já não iria ser mais a tua pequenina. No fundo sabia que estava sozinha, sabia que já não pensavas em mim. Não queria acreditar que todas as promessas foram em vão. Todos os planos por água abaixo. A nossa história tinha chegado ao fim. Suportar a tua falta não é fácil e às vezes vou-me abaixo. No entanto tenho esperança que voltes. Eu espero e sabes? Nem estou preocupada com a distância enfraquecer o sentimento, até porque dia que passa fica mais forte. Talvez te tenhas ido embora, por um erro meu ou simplesmente obra do destino. E hoje percebo que certas coisas permanecem no nosso coração, porém vão embora das nossas vidas, e dentro de mim? Terá sempre uma parte de ti.
quarta-feira, 18 de setembro de 2013
Tempos que já lá vão..
Saudades dos tempos em que a minha única preocupação era não ver os desenhos animados. A maior desilusão era não ter aquela boneca que tanto queria. Em que a escolha mais difícil era que sabor de gelado comer. A dor mais difícil de aguentar era os joelhos magoados. E o maior sacrifício era ir embora do parque. Saudades dos tempos em que só ouvia músicas infantis. Saudades dos tempos em que só escrevia textos sobre princesas que encontravam o seu príncipe. Saudades de pessoas que hoje não estão mais comigo. Saudades de tempos que não vão voltar. Saudades da criança que costumava ser. Acho que acabei por me tornar naquilo que não queria. Uma pessoa extremamente sensível, porém, super fria, uma pessoa que desiste facilmente dos sonhos. Uma pessoa que se sente perdida. Às vezes acho que não devia existir, que não sou importante, que não tenho nenhum propósito, que não sou boa em nada, outras vezes simplesmente tenho a certeza.
terça-feira, 17 de setembro de 2013
Ele simplesmente foi embora
quarta-feira, 11 de setembro de 2013
"A menina"
A menina achou que não o iria perder, achou que não precisava de dar valor e repara, num dia estavam felizes e mais tarde nesse mesmo dia tiveram uma discussão, a menina não ligou porque achou que era apenas uma briga do dia a dia. mas na manhã seguinte ela percebeu que o “adeus” dele desta vez era verdadeiro. ela chorou, chorou até não puder mais, num minuto toda a história deles passou-lhe à frente dos olhos. pensou em todas as vezes em que disse o que não devia, as vezes em que não ligou a pedir desculpa, que não deu valor suficiente. mas de facto ela tentou, lutou, correu atrás na esperança de não ser tarde demais. mas nada conseguiu e hoje? bem ainda hoje vive com o peso na consciência, ainda hoje tem raiva de si mesma por não ter dado valor. mas aprendeu a superar os ciúmes e mantalizar-se de que já não o pode chamar “de meu”. aprendeu a diminuir as saudades das conversas, das promessas, das brincadeiras, beijos, abraços e olhares. ela cresceu e realmente mudou. já não acredita num “amo-te” e dificilmente acredita num “tive saudades tuas”. a menina que costumava sonhar com final feliz caíu na dura e injusta realidade. onde nada mas mesmo nada dura para sempre, onde até encontrar o tal sofre muito, onde certas promessas de certas pessoas não passam de palavras, onde um sorriso e um amo-te ao ouvido nem sempre é verdadeiro. a menina continua apaixonada, mas quer escondê-lo, quer fingir que não tem saudades, que não sente ciúmes. não a censuro porque afinal cansou-se de insistir em algo sem futuro, lutar por alguém que nem um passo daria por ela.
domingo, 8 de setembro de 2013
"Porque ele..."
Porque ele prometeu que era para sempre, ele disse que eu era a sua pequenina, que era a sua vida, que era especial, que era comigo que queria casar e acima de tudo prometeu nunca me fazer sofrer. E eu acreditei e não me importo. Porque foi com ele que passei os melhores momentos da minha vida. Mas olha só, ele quebrou as promessas, o “nós” acabou e a pequenina dele está a sofrer. Isto é, se ele me permite uma última vez chamar-me assim. As nossas promessas? Eu ainda as cumpro. Era nele que depositava mais confiança. Contei-lhe a minha vida, fui-lhe sempre fiel, mostrei-lhe o meu melhor lado, protegi-o da maneira que consegui, amei-o de uma forma que ele próprio disse que ninguém o tinha amado assim. Nós éramos perfeitos um para o outro. Eu lá no fundo sei que o melhor é seguir em frente. Sei ser feliz sem ele, consigo não pensar nele durante várias horas seguidas mas custa deixar uma história tão bonita assim para trás como se nada fosse. Acabou tudo. Ele não tem noção do quanto ainda o amo, não sabe que todas as noites choro por ele. Ele está feliz, ele já me esqueceu, ele já não me ama e talvez? Talvez nunca amou nem metade do que eu o amo.